Voz da Póvoa
 
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População Envolvida no Plano Estratégico para Vila do Conde 2030

População Envolvida no Plano Estratégico para Vila do Conde 2030

Vila do Conde | 18 Junho 2021

Elisa Ferraz apresentou na terça-feira, no Hotel Santana, a linhas de orientação para a execução do Plano Estratégico para o concelho de Vila do Conde 2030. A Presidente da Câmara que se fez acompanhar pela Vereadora Dália Vieira convidou os jornalistas para anunciar que está no terreno um Plano Estratégico para o concelho, que pretende envolver empresas, associações e população em geral, na sua construção.

O objectivo passa por fazer chegar a casa de 38 mil famílias um inquérito, onde a pessoa deverá responder a um conjunto de perguntas e dar sugestões. As respostas também podem ser enviadas por via digital. A autarca acredita que a auscultação à população “atingirá uma participação nunca alcançada em nenhum outro projecto de interesse para a comunidade Vilacondense”.

 É convicção de Eliza Ferraz que o Plano será elaborado com políticas pensadas a nível municipal com visão e objectivos, mas também com o grande contributo dos vilacondenses, “o que cada um de nós tem como expectativa para a próxima década, o que queremos para Vila do Conde. É por isso que queremos que este projecto seja discutido em conjunto”.

O diagnóstico inicial aos mais diversos níveis, permitiu recolher uma imagem actual do concelho, sendo que as estratégias utilizadas: “Tem que se focar nas pessoas, numa comunidade moderna e nas diferentes áreas, desde a saúde, educação, habitação, ação social, cultura, desporto, rede viária ou tecido empresarial. Daí que o Plano pretenda ser um documento que congrega as necessidades e visões dos diferentes agentes económicos, representando um instrumento fundamental para endereçar os desafios subjacentes a esta nova década. Centrado no absolutamente prioritário”.
 
O Plano Estratégico para o concelho de Vila do Conde 2030, segundo Elisa Ferraz, terminada a consulta pública “delineará as linhas de intervenção decorrentes do diagnóstico, mas também as políticas públicas, nomeadamente no que respeita ao Plano de recuperação e resiliência que o governo apresentou, o processo de descentralização administrativa, dentro de um plano Estratégico Metropolitano, ao qual os 17 municípios foram chamados a dar sugestões e ideias no que ao seu Município diz respeito, obedecendo no geral à Estratégia Portugal 2030 e ao seu enquadramento nas políticas europeias e nacionais. É neste âmbito que estamos a planear o futuro”.

Dentro do Plano que está a ser construído, a Presidente de Câmara refere que, “o futuro se reverá neste documento nas suas linhas gerais, onde cabem todos, pessoas, associações culturais, desportivas e sociais, empresas, sector das pescas e da agricultura, que terá que se readaptar às políticas ambientais e ecológicas, fundamentais para a saúde das pessoas e do planeta”.
 
Para Eliza Ferraz, independentemente dos ventos soprem, “não temos dúvidas que o centro de toda a organização social e comunitária deste país, obrigatoriamente, se tem de focar nas pessoas. Ao falarmos das pessoas estamos claramente a irradiar para todo um conjunto de políticas de acções que, de todo, são as exigências de uma comunidade moderna. São questões que tem a ver com acção social, com a habitação a preços controlados, a educação, a saúde, a melhoria significativa da rede viária, com condições de instalação de empresas no nosso concelho, que significa a criação de postos de trabalho e melhores condições para as famílias. Daqui irradia toda a acção para esta década na óptica deste executivo. Sem perder o foco das pessoas, iremos fazer o tratamento estatístico de todos os dados que nos serão enviados, juntando ao embrião que foi criado por nós, o que nos for sugerido”.

 

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