
EUA
Num novo relatório divulgado esta semana, intitulado “Ringing the Alarm Bells: Rising Authoritarian Practices and Erosion of Human Rights in the United States”, a Amnistia Internacional documentou como a escalada das práticas autoritárias da administração Trump, incluindo o encerramento do espaço cívico e o enfraquecimento do Estado de direito, está a corroer os direitos humanos nos EUA e além-fronteiras.
CUBA
Um ano após as libertações seletivas de presos de consciência em Cuba, a Amnistia Internacional exige a libertação total e imediata de todas as pessoas detidas por motivos políticos. Para Ana Piquer, diretora regional da Amnistia Internacional para as Américas, “as autoridades cubanas têm a obrigação de garantir a liberdade plena e incondicional de todas as pessoas presas por motivos de consciência”.
PORTUGAL
A Amnistia Internacional - Portugal alertou para a gravidade do caso de dois agentes da PSP acusados de vários crimes de tortura, agressão, violação, furto e falsificação em duas esquadras de Lisboa. A porta-voz, Inês Subtil, afirmou: “é difícil, neste momento, perceber o que falhou, mas certamente falhou muita coisa. Estamos a falar de crimes gravíssimos que são referidos no despacho da acusação: violações, abuso de poder, agressões agravadas à integridade física, roubo”.
IRÃO
A Amnistia Internacional insta os Estados-membros da ONU a reconhecerem que a impunidade sistémica e contínua pelos crimes cometidos pelas forças de segurança nos protestos atuais e passados encorajou as autoridades iranianas a persistirem na sua conduta criminosa. Desde 28 de dezembro, a repressão letal crescente para esmagar a revolta, em grande parte pacífica, levou a uma perda de vidas sem precedentes durante a dispersão dos protestos.
VENEZUELA
A Venezuela libertou, a 8 de janeiro, um pequeno número de pessoas detidas arbitrariamente, de um total de cerca de mil presos por motivos políticos. Para Ana Piquer, diretora da Amnistia Internacional para as Américas, “isso não significa que essas medidas sejam suficientes, considerando o facto de que centenas de pessoas continuam detidas arbitrariamente por motivos políticos, incluindo defensores dos direitos humanos como Kennedy Tejeda, Javier Tarazona, Eduardo Torres e Carlos Julio Rojas”.
Amnistia Internacional Portugal
23 de janeiro de 2026