Voz da Póvoa
 
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A Sardinha Vivinha Regressa ao Cais a 17 de Maio

A Sardinha Vivinha Regressa ao Cais a 17 de Maio

Geral | 18 Junho 2021

No tempo das velas os barcos tinham os seus baptismos relacionados com a pescaria que faziam. Daí, os afamados sardinheiros, que eram pequenas Catraias governadas por um mestre e meia dúzia de pescadores. Também os havia maiores ou mais pequenos, os barcos. Depois vieram as motoras, muito agarradas aos ancoradouros de Matosinhos, que arrastaram uma multidão de homens do mar da Póvoa e aos poucos os sardinheiros, tal como as velhas lanchas, a última das quais, a Fé em Deus, despediram-se do mar, do ventos e das tempestades. Os pescadores, esses, continuaram a ter fé em Deus para amedrontar a braveza dos mares de Cristo.

A sardinha, a ardentia, a prata à flor do mar, chama pelas redes. Agora respeitando as leis dos homens que nunca souberam olhar as pescas que não fosse à mesa do peixe, decidiram fazer regressar os pescadores ao mar a partir da meia-noite de 17 de Maio, para pescarem a sardinha vivinha, dentro de águas nacionais. Até final de julho, o limite global de descargas de sardinha permitido é de 10 mil toneladas.

A última vez da pesca da sardinha foi em outubro de 2020, depois de se ter esgotado o limite de captura deste peixe para aquele ano. A partir de 17 de Maio, os pescadores podem pescar até 3.000 quilos por dia, mais sardinha menos sardinha.

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