
No Sábado, disse um poema do alto da varanda da Câmara do Porto, acompanhado pelo meu amigo, companheiro e camarada João Rios, e gozei com todos os poderes. Não fiz nada de mais. Só cumpri o meu papel de revolucionário e de poeta vadio. Até poderia ter citado Agostinho da Silva. Citei Platão e Jesus Cristo. Agora, para o bem e para o mal, sou uma figura pública. Uns gostam, outros não. E assim corre a espuma dos dias.
António Pedro Ribeiro, Sociólogo, cronista, poeta e pensador…