Voz da Póvoa
 
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Póvoa de Varzim É o Bastião do PSD

Póvoa de Varzim É o Bastião do PSD

7 Outubro 2019 | 02:34

Em contraciclo com o que se verifica a nível nacional, a Póvoa de Varzim continua a ser o bastião do PSD. Nas eleições legislativas de domingo, o PSD foi o partido mais votado, com 13.306 votos (42,37%), vencendo em todas as freguesias do concelho, enquanto o PS não foi além dos 8.845 votos (28,16%). O Bloco de Esquerda foi a terceira força política mais votada, arrecadando 2.595 votos (8,26%), à frente do CDS, que obteve 1.889 votos (6,01%), da CDU, que somou 951 votos (3,03%), e do PAN que reuniu 842 votos (2,68%). Refira-se ainda que a abstenção na Póvoa de Varzim foi de 47,83%.

“É um resultado bastante positivo para o Partido Social Democrata, uma vez que é uma tendência inversa ao que aconteceu no país. Chegamos aos 42,3%, ganhamos em todas as freguesias do concelho, o que permite dizer que o PSD está perfeitamente solidificado na Póvoa de Varzim. Quero também dar os parabéns aos dois deputados poveiros, Afonso Oliveira e Carla Barros, pela magnífica campanha que fizeram, percorrendo todo o concelho, e isso foi muito importante para a consolidação deste resultado. Naturalmente, com dois deputados na Assembleia da República teremos mais possibilidades de fazer ouvir as nossas preocupações”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Aires Pereira.


Afonso Oliveira e Carla Barros, que estavam no 7º e 12º lugar da lista de candidatos do PSD pelo Círculo Eleitoral do Porto, conseguiram a eleição directa e vão integrar a bancada social-democrata.

Economista, de 55 anos, Afonso Oliveira está de regresso à Assembleia da República, depois de ter desempenhado o cargo de deputado entre 2011 e 2015. “Há oito anos, assumi o desafio de ser deputado na Assembleia da República com prazer, vontade e espírito de missão, procurando dar o meu contributo para a Póvoa de Varzim e para o País. Hoje, o espírito é o mesmo”.

Afonso Oliveira acrescentou: “No que à Póvoa de Varzim diz respeito, elencamos algumas questões estruturais, nomeadamente o Nó da A7, que é uma obra necessária e há muito ansiada, a questão do desassoreamento do Porto de Pesca, e o tema da Descentralização. São matérias que vamos defender no Parlamento. É esse o meu compromisso”. 

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