Voz da Póvoa
 
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A 43ª Feira Nacional de Artesanato Abriu Portas com Restrições

A 43ª Feira Nacional de Artesanato Abriu Portas com Restrições

Vila do Conde | 27 Julho 2021

Acabou o tempo da compreendida hesitação que nunca esmoreceu as vontades. A Feira Nacional de Artesanato de Vila do Conde, depois de um ano de interregno devido à pandemia, regressou no sábado aos Jardins da Av. Júlio Graça, onde se vai manter até 8 de Agosto, sob o signo do “Espírito dos Mares”, inspiração bebida na Conferência sobre os Oceanos.

A abertura do certame contou com a presença da Presidente da Câmara, Elisa Ferraz e de parte da vereação do seu executivo. A Feira Nacional de Artesanato tem, este ano, uma organização repensada e ajustada às circunstâncias actuais, num trabalho de articulação permanente com a Autoridade de Saúde Local. Também o cumprimento de todas as orientações da Direção Geral da Saúde obrigaram a reduzir o número de espaços expositivos, assim como a lotação do número de visitantes que não deverá ultrapassar os 400 em simultâneo. O uso de máscara, o distanciamento social e a higienização das mãos são outras das obrigações a respeitar pelos visitantes.

Como habitualmente, a organização da Feira Nacional de Artesanato, uma parceria entre a Câmara Municipal de Vila do Conde e a Associação para Defesa do Artesanato e Património de Vila do Conde, este ano desafiou os artesãos a elaborarem peças relacionadas com a temática do evento "Espírito dos Mares", numa mensagem clara de sensibilização para a importância da salvaguarda e regeneração dos oceanos, resultando numa exposição temática que reforça os motivos de interesse do certame.

Para Elisa Ferraz, realizar a Feira Nacional de Artesanato, “foi uma decisão difícil, mas tivemos que a tomar pela positiva mesmo com esta turbulência pandémica, uma vez que já tínhamos perdido o S. João e adiado mais uma vez ‘Um porto para o Mundo’. Penso que se todos cumprirem as regras rigorosas que impusemos para possibilitar a abertura da feira, com equipamentos de registo de entradas e de medição de temperatura ou de higienização das mãos, concluiremos que tomámos a melhor opção. Os artesãos presentes merecem esta nossa ousadia, mesmo com o encerramento diário a acontecer às 22h30”.
 
Por costume, a Povoa de Varzim marca presença num expositor com a tradicional Camisola Poveira. Lucinda Amorim, vereadora do Turismo da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, fez questão de estar presente na abertura: “O facto de estarmos aqui hoje, é para mim um sinal de esperança de que melhores dias virão e outros eventos como este vão também ser possíveis, desde que todos tenham em atenção as regras de segurança. Temos que ter consciência que tudo mudou e temos que nos adaptar a essa mudança, para que os lesados - a exemplo da restauração que foi bastante penalizada com a pandemia - possam regressar à normalidade. Por isso, abrir esta feira com todas as regras, numa organização que me parece perfeita, é um sinal de esperança para que o negócio do artesanato, entre outros, funcione. A Póvoa sempre esteve presente nesta feira e vai continuar a marcar presença”.

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