
Não fiquem atarantados com as novas correntes da suposta cultura desenfreada dos chegados ao poleiro sem qualquer porte de galo ou capão. Os galináceos não têm culpa de serem associados geneticamente pelo grão cerebral equivalente em todo o processo evolutivo da espécie de político que nos toca e troca por miúdos.
Enquanto o camponês no arado encontra uma forma de revirar a terra, nas escavações efectuadas no gabinete da Ventura do André, por peritos da judiciária em arqueologia, foram encontradas algumas ossadas entre as folhas espalhadas pelo chão que eram usadas para poupar papel higiénico. No entanto, há um fémur de Salazar por encontrar, que se supõe ter sido oferecido pelo deputado açoriano que gamava malas no aeroporto, o que vem dar razão à denúncia dos tais documentos em falta.
Os testes da testosterona comprovam que Aguiar da Beira afinal era aguiar pela beira, que o velocípede com licença de condução e matrícula bem visível foi apanhado com falta de ar na câmara provocada por uma taxa elevada de sopros no pneu e álcool em insuficiência renal na bexiga mais próxima. Isto, depois de aturadas análises no Centro Hospitalar prometido por sucessivos megafones e adiamentos por falta de doença que o justifique. O cartaz – aqui vai nascer – foi afastado da vista depois de ter ultrapassado anos de gravidez precoce. O nado-morto nunca foi reconhecido em vida, embora tenha sido acusado de abandono da uretra e encabeçado os ovários da fêmea do mestre de Avis. A história não conta, mas a desova deu-se, está comprovado pela IA que recolheu in loco o jacto antes de a ventoinha ser substituída pela hélice do Cessna que acabou por finar uma promessa de país ainda por cozinhar.
Há anos que passam e outros que se passaram sem a estricnina psicadélica muito usada em pés de dança e de outras andanças na modernidade alucinogénia dos futuros mestres de obra sem projecto. A prometida transumância deu-se ao teste cobaia, versus ministério, antes que os outros, esses antiquados estrangeiros, com o consentimento dos educandos e dos educadores, tudo para que fossemos os primeiros nativos a doar o cérebro e outras partes do corpo sem hormonas ou glúten. O Ministro assumiu que estava quase tudo bem, e se não está vai ficar bem como na Covide, freguesia de Terras de Bouro, que inspirou a pandemia. Você não sabe porque não estuda, não lê e o que vê não tem significado para a IA, e o melhor é deixar estar o Ser a descansar até esquecer, não lembrar sequer se algum dia foi bicho-da-seda ou borboleta, mas por via das incertezas, pode sempre confirmar no chato do GPT.
Esta inspirada narrativa levou mesmo o nosso primeiro a trabalhar nas férias para recuperar o perdido na Spinumviva. Desconheço se recebe a dobrar ou será compensado em folgas pelo banco de horas. Os laicos e descrentes oposicionistas já fizeram saber que querem despedir o judiciário ministro que administrou internamente um reboque ao externo amigo empreiteiro da terra onde o galo cantou na mesa antes do repasto, conta a lenda. De regresso à educação, também é pedida a cabeça do seu responsável ou irresponsável consoante o partido que apronta o dedo e afronta a desordem nos exames. Enquanto se fazem as contas, a Deloitte vai embolsando com a capacidade dos ministérios em Detroit tudo que encontraram ainda eficiente.
Isto foi trigo limpo farinha amparo, nem sei que padaria forneceu o ditado, sei que por cada erro eu levava dois 'bolos'. Também ouvi falar em canadas nas orelhas, que não era mal feito serem aplicadas ao perverso e imaculado ministério da educação e seus quejandos. Para evitar males maiores, haverá sempre a possibilidade de aprovar em Conselho de Ministros a entrada do governo em Layoff.
Esta irreverente visão da vida de estudante tem a seu favor um idealismo à revelia do desconsolo dos progenitores. O que é preciso é pão para toda a obra.
Júlio Verme