
Não é justo. Uma sociedade com tantos deprimidos, doentes mentais, infelizes, à mercê dos senhores dos mísseis e dos drones, do aceleramento das alterações climáticas, da economia e da finança, da computação. Que crueldade! Não é justa a divisão entre classes e a exploração do homem pelo homem. Não é justo o triunfo da maldade, da intriga, da inveja, do salve-se quem puder. Não é justo nem humano. Derrubemos, de vez, este mundo de tostões, ou nem isso..., e de milhões!
António Pedro Ribeiro, Sociólogo, poeta, cronista e pensador