Autor: habitante_da_povoa
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| Re: A diversão na noite da Póvoa de Varzim |
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Ainda que num tom um pouco exagerado do anterior utilizador, claramente que a noite da Póvoa não deixa muita referência. O mal está nas casas da noite, que nos dias de hoje, pouco se incomodam com a selecção dos seus clientes. Neste aspecto, Vila do Conde, consegue oferecer melhor. (Forte S.Pedro por exemplo..)
Temos o exemplo do Plastic na Póvoa de Varzim. Sempre foi uma casa de referência, inclusivamente muito bem frequentada, com gente bonita etc.. De há uns anos para cá, começou a não fazer qualquer tipo de selecção de clientes, e qualquer jovem de 15 anos lá entrava. Tudo tem o seu preço, e o Plastic, teve o seu. Nos últimos temos foi palco de alguns confrontos, e o último dos quais, levou ao fecho das portas.
Um caso interessante para o vosso jornal estudar, e que me revolta bastante nos jornais da Póvoa, visto que "investigação" jornalistica, fazem 0! Limitam-se a reportar histórias passadas. Como dizia antes, tentar estudar, como é possível, que antes 30 a 40minutos dos confrontos no bar Plastic, o Staff contactou a policia, e mesmo assim, mais de uma hora depois não havia qualquer carro.
Antes de ontem, fui parado por uma comitiva de 10 polícias, muitos deles armados de metralhadora, no cruzamento do centro de saúde. Mas afinal, há polícias ou não há?
Isto, o vosso jornal tem que investigar. "Onde estavam os agentes naquele momento? Foram chamados todos para outra situação? A carrinha de intervenção que anda no verão, onde estava? A policia que estava no Casino, ainda que seja um serviço particular, e pago pelo Casino, não podia ir lá? Não era um caso de risco publico?”
Muitas e outras questões, o vosso, e os restantes jornais semanais, têm que começar a fazer. Jornalismo sério. Procurar saber as coisas a fundo. E não se limitar em fazer uma notícia "O plastic contactou as autoridades, que não puderam chegar ao local, por falta de viaturas." Isto parece-me absurdo. Tem que se fazer serviço público, e para isso é preciso desmistificar este tipo de respostas sem aparente sentido, dadas pela polícia.
Cumprimentos.
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